Linguagem Eiffel

Histórico, sintaxe, semântica, tipos, estrutura de controle e exemplos.

Sintaxe

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A sintaxe e a estrutura da linguagem propõem-se a ser clara e simples, fácil de aprender, ler, escrever e manter; favorecendo o compartilhamento e reuso. A linguagem Eiffel evita o uso de símbolos e sinais que possam atrapalhar o entendimento do código.

Eiffel separa os desenvolvedores dos hackers. A linguagem Eiffel não tem cantos escuros para ser explorado. Não existem “gurus em Eiffel”. Pode-se aprender a língua em poucas horas, e dominá-la em poucos dias. Dentro de uma semana, o ato de codificação em Eiffel se torna automático como o ato de escrever, e de repente se deixou de pensar em “programação” como sendo “a arte negra de convencer um compilador para transformar o seu código no objeto desejado”.

A sintaxe Eiffel é um conjunto de regras que descrevem a estrutura textual das classes. Um sistema ou programa Eiffel é um coleção de classes. Acima do nível de classes, Eiffel define cluster, que são essencialmente um grupo de classes e, possivelmente, de subclusters (clusters aninhados). Os clusters não são uma construção sintática da linguagem, mas sim um padrão organizacional. Tipicamente uma aplicação Eiffel será organizada com cada classe em um arquivo separado, e cada cluster em um diretório que contém arquivos de classe. Nesta organização, os subclusters são subdiretórios. Por exemplo, pelo padrão organizacional, X.e é um nome de um arquivo que define uma classe denominada X.

Uma classe Eiffel contém funcionalidades, que são similares aos “membros”, “atributos” ou “métodos” de outras linguagens de programação orientadas a objeto. E contém outras propriedades, tais como uma seção de “notas” para documentação e metadados. Os tipos de dados em Eiffel são todos definidos por uma classe, tais como a INTEGER, STRING e ARRAY, etc.

Cada sistema deverá ter uma classe designada como “raiz”, com um procedimento de criação chamada de “procedimento raiz”. Executar um sistema consiste em criar uma instância da classe raiz e executar seu procedimento raiz. Geralmente, isso cria novos objetos, chamadas de novas funcionalidades, e assim por diante.

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Written by maxdangelo

21/04/2009 às 11:58

Publicado em Eiffel

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